Auxiliar técnico analisou revés diante do Bahia e ressaltou que a situação médica do camisa 10 cabe ao departamento responsável
Matheus Bachi durante jogo entre Bahia e Santos, pelo Campeonato Brasileiro — Foto: Raul Baretta/ Santos FC
O tropeço diante do Bahia, no último domingo, em Salvador, manteve o Santos em situação delicada na tabela, mas não abalou a confiança de Matheus Bachi em uma virada do time no Brasileirão. Responsável por dirigir a equipe interinamente, o auxiliar destacou a postura dos jogadores e projetou evolução ao longo da competição.
Quando questionado sobre o estado físico de Neymar, Bachi preferiu não se aprofundar. “A questão do Neymar é com o departamento médico, não é comigo”, resumiu o profissional.
Após a partida, o auxiliar também comentou a primeira interação com o técnico Juan Pablo Vojvoda, que esteve no vestiário do Peixe:
“Foi uma interação muito respeitosa tanto para conosco quanto para com o grupo e muito breve. Posso deixar isso bem claro, mas já se sentindo participante de um todo que está acontecendo e que juntos vamos conseguir sair dessa situação.”
Sobre a estratégia de jogo, Bachi explicou que a proposta era pressionar a saída de bola do adversário, mas admitiu que a execução ficou abaixo do esperado.
“Acredito que defensivamente a gente fez um bom primeiro tempo e acabou se segurando por momentos, principalmente durante o segundo tempo quando a gente foi agredir para retomar a posse de bola, acabamos tomando um gol próximo aos 15 minutos.”
Apesar da derrota, o auxiliar ressaltou o empenho da equipe:
“Começamos a crescer no próprio primeiro tempo, mas não fomos contundentes o suficiente ofensivamente. Fomos aplicados durante o jogo inteiro, uma equipe que se doou e buscou até os 48, 49 minutos um resultado melhor.”
Outros pontos da coletiva:
Estratégia com dois volantes:
Bachi explicou que o plano era alternar funções de João Schmidt e Tomás Rincón, buscando dar mais liberdade aos zagueiros e amplitude aos laterais.
Jovem zagueiro Luisão:
O auxiliar destacou o potencial do defensor, mesmo reconhecendo oscilações:
“Luís é um garoto que vem trabalhando desde o início do ano. Ele tem qualidades muito boas e vai entregar muito ainda para a camisa do Santos.”
Necessidade de reforços:
Segundo Bachi, o grupo precisa de apoio coletivo para lidar com erros naturais durante os jogos, ressaltando a importância da união nos momentos de pressão.
Situação de Guilherme:
O auxiliar afirmou que a decisão está nas mãos da diretoria, mas pediu apoio ao jogador:
“Quanto mais a gente puder ajudar os atletas nesse momento, mais fácil será sair dessa situação.”
✦ Fonte – Jogo de Hoje 360°